De vez em quando, a saltar de canal em canal ou a deambular pelos intertubos, damos de caras com algo profundamente desagradável. Um vídeo de gente a comer dejetos; um comentário do Arroja. O que torna o Pedro Arroja minimamente suportável no seu católico-fascismo (para não usar a palavra ‘S’, que a direita tenta sempre chutar para canto na lógica de que é a versão Portuguesa da “Redução a Hitler”) é que as suas ideias são grotescamente estúpidas, o que lhe tira um bom pedaço de perigo. É um olhar para trás, para o tipo de retórica cretina que a Igreja usava noutros tempos, a aproveitar a ignorância institucionalmente promovida dos seus rebanhos (e que eu suspeito ainda é regularmente arrancada da cave, coberta de ferrugem, e arrastada para campos de batalha pelo país fora). O Arroja diz coisas como, … Continue a ler Pensamentos Arrojados
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