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Lei Orgânica do Ministério do Sexy


Diário da República, 4ª Série – Nº 47/86;b/663-44 – 31 de Fevereiro de Janeiro de 2015

Img_Decreto

               No âmbito do Compromisso Eficiência Para o Futuro XXI, o XX Governo Constitucional (B, Série III) da República, Terceira, determinou, no âmbito do Programa “Fazer Mais Com Menos, Ou Até Mesmo Com Nada”: a necessidade imperativa de arranjar maneira de controlar a sexualidade robusta e incomportável do Sr. Ministro do Sexy, e dar emprego a quatro Jotas que tinham sobrado. Trata-se de algo absolutamente estruturante que estes nossos apoiantes e primos possam ter o acesso aos altos cargos públicos a que o seu apoio aos partidos no poder e relação pessoal com actuais governantes lhes dão direito. Com efeito, mais do que nunca a concretização simultânea dos objectivos de racionalização das estruturas do Estado e de melhor utilização dos seus recursos humanos é crucial no processo de modernização e de optimização do funcionamento da Administração Pública, que permite assim emagrecer os quadros mais baixos para libertar os fundos necessários para pagar aos nossos primos.
               Assim:
               Nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 262.º, alínea p, da Constituição, B, Série III, o Governo decreta o seguinte:

Capítulo I

Artigo 1.º
Missão

               O Ministério do Sexy, abreviadamente designado por Ministério do Sexy, é o departamento governamental que tem por missão providenciar uma ocupação a quatro sobras sociais; discorrer sobre questões cruciais da cultura dita “pop” bem como outras diarreias verbais; formulação, coordenação, execução e avaliação das políticas de distribuição de música Disco; regulamentação e monitorização dos sectores mais pornográficos da sociedade portuguesa (indústria porno, Igreja Católica); e ¡Explosões!.

Artigo 2.º
Estrutura Orgânica

               O Ministério do Sexy prossegue as suas atribuições através de quatro Secretarias de Estado, bem como dos serviços de consultoria providenciados por vários gabinetes de advocacia e agentes independentes que andaram comigo na universidade e cujos vencimentos não são sujeitos aos limites impostos aos empregados do estado.

              a) Secretário de Estado de bears (não de ursos), mangas de cabedal, ferro, Manuelas-Ferreira-Leite (sim, Leite), unguento sexual: Diogo Barros;
               b) Secretário de Estado do pêlo, da ausência TOTAL de pêlo (ladies. and gentlemen), o uso indiscriminado da palavra “voluptuoso”, animais pequenos que gostam de túneis: Ivo Monteiro;
               c) Secretário de Estado do veludo e derivados, furries, botas de cabedal usadas, relações carnais com primos carnais, playdates: Francisco Eurico Leite (sim, Leite);
               d) Secretário de Estado dos  chuveiros institucionais, aquelas cenas alemãs e baldes, Nossa Senhora: Benicio Steel Sky (nome verdadeiro omitido por implicações legais).