Morra o Portas! PIM!


De facto, Dantas encontra-se no meu nome. Sim. De facto, sou um Dantas, mas por razões que deixo para um outro qualquer ministério desenvolver, não o utilizo em questões de neura criativa.

Sou um Dantas e por isso ouvi toda a minha vida a associação a um manifesto bem conhecido, o qual utilizo agora para declarar guerra à personalidade, pessoa, homúnculo, parasita, massa disforme, bactéria que é Paulo Portas.

Paulo Portas, gerado algures numa caverna qual Orc do Senhor dos Anéis em tempo incerto; criado e educado para pertencer às elites políticas do nosso país; moldado pelas normas populistas da JSD e mais tarde reformatado nos termos demagógicos de um tal de CDS-PP; qual doppelganger político ilude a mais querida das feirantes portuguesas há já tempos imemoriais, com isto querendo dizer, há tempo demais.

De comentador, jurista e jornalista, “enojado” com a possibilidade de chegar vir a ter um cargo político, fala da boca-para-fora até o cheiro a poder lhe chegar às narinas esbranquiçadas pelas noitadas d’O Independente, sempre o demagogo, adquiriu aos poucos a atenção do povo menos informado (povo que quer manter na ignorância, como um ditador conhecido); povo que mais tarde o elegeria para a sua posição actual.

Associado a casos como o Caso dos Submarinos, pelo qual já muito papel, e espaço internáutico, se gastou, tanto que chegou para encher os olhos dos leitores de maneira a esquecerem coisas do género destas.

Génio político, sem dúvida, capaz de se tornar joker do baralho eleitoral, ao colocar-se em posição única nas passadas eleições, nas quais a actual administração apenas se formou com a coligação com o seu partido; e, pela qual mais tarde, com óbvia manipulação dos cordéis políticos e um toque de mestre, irrevogavelmente se demitir e depois se tornar vice-primeiro-ministro.

E é nestes trâmites que se encontra agora, a chefiar, ou vice-chefiar o nosso actual governo, sempre de olho no trono, qual Frank Underwood do país à beira mar plantado, principalmente o da segunda série, já bem perto da Sala Oval e a poucas conspirações de se tornar o flautista de pan que nos levará a todos para a praia do Meco beber uns copos.

Pois, eu sou Dantas e li o manifesto. Almada Negreiros não viveu nos dias de hoje, porque se vivesse, talvez o manifesto fosse Anti-Portas.

MORRE PORTAS MORRE! PIM!

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